Roteirista · Redatora · Diretora Criativa
Dentro desse universo
eu crio marcas
e conto histórias.
Análise de novela, roteiro, reality e cinema brasileiro.
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Textos para o maior guia cultural de Curitiba — cobertura de festivais, curadoria de eventos de audiovisual paranaense e estratégia de SEO para o blog.

O Olhar de Cinema chega à 15ª edição com mais de 70 filmes — e a cidade volta a provar que tem uma cena que merece atenção.
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Mostra Pinhatella e MIS/PR no mesmo dia — o que isso diz sobre o audiovisual paranaense que está deixando de pedir permissão pra existir.
Ler o artigo →Construção de marca não é briefing, não é agência, não é template. É narrativa. É o que sua marca diz antes de abrir a boca.
Vamos contar a sua história? A construção de marca é narrativa. A melhor estratégia é quando a marca encontra a trama.
Crio o conceito e te dou um calendário editorial.
Identidade completa — do conceito ao posicionamento. Do primeiro logo à narrativa que sustenta o crescimento.
02Estrutura editorial alinhada à narrativa da marca. Estratégia de conteúdo com voz, consistência e intenção.
03Identidade verbal e manifesto para dois projetos do mesmo grupo. Narrativa que une origem, propósito e audiência.
04Projeto de identidade verbal reconhecido e publicado pelo Abduzeedo — uma das maiores plataformas de design do mundo.
↗ Publicado no Abduzeedo 05Identidade completa para influenciador. Narrativa pessoal transformada em marca escalável com posicionamento próprio.
Em andamento 06Especialista em proteção financeira e planejamento sucessório. Transformar "seguros" em "proteção de vínculos" — quando a narrativa emocional vem antes do técnico.
Em andamentoO Templo da Beleza não é um salão comum — é um espaço de conversa, intimidade e relaxamento. A missão da marca é mostrar que a beleza pode ser uma das aliadas na cura de si.
O trabalho envolveu a criação completa da identidade visual e de toda a comunicação do salão. A identidade traduz o universo botânico e tropical da marca em peças quentes, orgânicas e acolhedoras — com a logo circular, ilustrações de folhagens e paleta em tons terrosos e dourados.
Entre as peças desenvolvidas: Carta para Você — manifesto de boas-vindas enviado a cada cliente novo — e os Mandamentos do Templo, documento que comunica as regras do espaço com a linguagem e estética da marca.
"Semeando beleza, conforto e naturalidade."
Bar de gastronomia artesanal em Curitiba. Estamos juntos desde o início — sem audiência, sem linguagem definida, sem nada além de boa comida e vontade de construir uma marca de verdade.
A primeira fase foi construída em torno do Java — personagem fictício, terceiro "sócio" que gerou engajamento orgânico real numa época em que o Instagram vivia de boomerang sem propósito.
Com o tempo, o Edu — sócio real — virou o porta-voz. Roteiros que vendem, que escalam, que mostram o produto sem perder a simpatia de um bar que você quer frequentar.
Distribuidora farmacêutica com quase 50 anos de história. Antes de escrever uma linha, o caminho foi pelo mercado: análise do setor, comportamento digital, estudo da concorrência e SWOT detalhada.
A personagem da marca se chama Nesh — e é ela quem assina o manifesto. Essa escolha não foi decorativa: ela define toda a estratégia de comunicação. Tom de voz humanizado, editorias por objetivo, calendário de datas.
A Eixo Federal atua no setor de educação pública — captação de recursos e regularização de pendências para municípios. Uma marca fundada por pessoas que vivenciaram esse propósito na pele.
Construção completa da identidade verbal: manifesto escrito na primeira pessoa, guia de tom de voz, do's & dont's de linguagem. Tom definido em quatro pilares: agradável, descomplicada, inovadora e confiante.
Na prática: trocar "prestamos serviços" por "conseguimos recursos para escolas". Até o "eita" brasileiro virou parte do sistema — usado só quando a Eixo é a solucionadora, nunca quando é parte do problema.
↗ Publicado no Abduzeedo — portal de referência global em branding.


O Thiago transita entre beleza, cultura pop e comunicação — Arrasa Curitiba, Theodoro Panichi, múltiplos canais. Capital criativo espalhado sem narrativa unificadora.
O trabalho é construir uma identidade e autoridade no universo da cultura pop e beleza — não como cabeleireiro ou influencer, mas como comunicador com ponto de vista próprio.
A estratégia cria condições para que ele se conecte com marcas que tenham afinidade real com seus valores, não apenas com seu alcance.
A diferença entre ser contratado por qualquer marca e ser procurado pelas marcas certas é exatamente essa: narrativa.
Antes: comunicação resumida a fotos de resultados. Zero narrativa. O trabalho foi comunicar a estética e filosofia holística que já existiam na prática mas nunca tinham ganhado linguagem.
Refizemos identidade visual, tagline e posicionamento. Resultado: comunidade ativa e alinhada — não só seguidores, mas pessoas que se reconhecem nos valores do espaço.
Próximo capítulo: migração de Templo da Beleza para Casa Teodoro Panichi — atendimentos em casa, identidade que remete à "casa de vó": conforto, conversa e cafezinho. Calor humano como estética.
Especialista em proteção financeira e planejamento sucessório. O problema não era técnico — era narrativo. A Paola sabia de tudo sobre seguros e herança, mas o perfil soava como "mais uma corretora". A audiência não entendia o que a diferenciava.
O trabalho começou pelo reposicionamento da tese central: trocar "seguro de vida" por "proteção de vínculos". Não é sobre dinheiro — é sobre o que acontece com as pessoas que você ama quando você não estiver mais aqui para protegê-las.
A partir disso: diagnóstico completo do perfil, mapeamento dos conteúdos com melhor performance, construção de cinco editorias com lógica de funil, planejamento editorial mensal e desenvolvimento de roteiros baseados em storytelling real — a história da mãe da própria Paola, que planejou e salvou a família da burocracia do luto.
"Minha mãe foi. E a burocracia não esperou o luto acabar. O que nos salvou foi uma conversa de anos atrás. Ela tinha planejado."
Eu não separo marca de narrativa. Nem cultura pop de estrutura dramática. Tudo que eu toco, eu conto.
Sou Patrícia Pavoni — roteirista, diretora criativa e a pessoa que transformou a obsessão por contar histórias em dois projetos que, no fundo, são a mesma coisa.
Pela MUCO, construo marcas que têm alma, voz e narrativa — do manifesto ao calendário editorial. Pelo Tramalhão, analiso audiovisual brasileiro com a seriedade que ele merece e raramente recebe.
Escrevo toda semana no Substack.
A escrita sempre foi o meu lugar. Minha mãe não me chamava pra conversar — ela deixava carta no meu quarto. Ácida, com caligrafia bonita, paradoxal assim mesmo. Era só eu ver o envelope que uma placa de neon gigante acendia na minha cabeça: vai doer, mas vai ser bonito.